Livro
Baggas
O livro Baggas materializa a essência do seu trabalho ao reunir uma coletânea de crônicas visuais produzidas entre 2018 e 2026 — um período de intensa efervescência política e cultural. Nas páginas da obra, essa complexidade histórica é traduzida pelo artista por meio de um design minimalista, marcado pela dualidade, pelo rigor semiótico e por sua característica acidez.
A seleção revela o grande trunfo de sua obra: Rapha Baggas não apenas registra os acontecimentos, ele constrói uma leitura crítica sobre eles. Sua arte exige um espectador atento, quem acompanha seu trabalho é convocado a trazer o próprio repertório para o jogo. É preciso ativar a memória, relembrar os fatos para interpretar o que o artista traduz em imagem.
Ao utilizar as redes sociais como principal plataforma de difusão, Baggas explora o alcance digital para romper bolhas, fazendo com que essas criações circulem e provoquem debates entre designers, artistas, jornalistas, políticos e acadêmicos. Seu trabalho está presente em diversos veículos como Le Monde Diplomatique Brasil, Veja SP e Folha de S.Paulo.
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Pré-Venda
O livro Baggas reúne a produção artística de Rapha Baggas de 2018 a 2026, com 204 páginas coloridas que retratam com irreverência e crítica os momentos políticos, sociais e culturais que marcaram o Brasil. Um registro visual e histórico dirigido a quem se interessa por arte, design e contexto social contemporâneo.
R$ 70,00
Bio
Reconhecido pela sua sagacidade no design político e no ativismo visual, Rapha Baggas é designer, diretor de arte e ilustrador. Sua prática é fundamentada em uma forte trajetória acadêmica: formado em Design pela UFBA, com extensão na Universidade de Aveiro (Portugal) e mestrado em Tecnopolítica no Design pela UnB.
Centradas na crítica social, as criações de Baggas utilizam recursos semióticos para sintetizar, de forma ácida e vibrante, as questões mais urgentes do nosso tempo. Sua presença nas redes sociais é marcada por crônicas visuais ágeis aos acontecimentos diários. Isso estabelece um diálogo ativo com o público: o espectador não é passivo, mas instigado a investigar e relembrar fatos para interpretar suas imagens. Dessa forma, seu trabalho pictográfico se consolida como uma expressão potente e atual de resistência política e cultural.










